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PGBL x VGBL x Carteira em Corretora

PGBL x VGBL x Carteira Corretora

Comparador de acumulação e liquidação total no fim do prazo. Todos começam com o mesmo dinheiro novo saindo do seu bolso. No PGBL, o benefício fiscal é calculado pela tabela anual de 2026, comparando automaticamente deduções legais x desconto simplificado, recebido com atraso e reinvestido quando chega.

1. Situação tributária

Em R$ de hoje. Para deduzir PGBL, o simulador pressupõe contribuição ao RGPS/RPPS e elegibilidade ao limite de 12%. A escolha entre deduções legais e desconto simplificado é feita automaticamente.
Ex.: INSS, dependentes e outras deduções que reduzem a base. Não inclua o próprio PGBL.
Mesmo desembolso externo para PGBL, VGBL e carteira comum.
A contribuição ocorre ao longo do ano; a economia do ajuste anual só é reinvestida depois. “0 meses” significa o mês imediatamente seguinte ao fechamento do ano fiscal.

2. Mercado e prazo

O patrimônio é acumulado nominalmente, tributado nominalmente e exibido em reais de hoje.
A alíquota varia por classe e prazo. Em ações comuns à vista, a isenção histórica depende do total vendido no mês, não do lucro; como este simulador pressupõe liquidação total, não presuma que ela se aplica. Ajuste a alíquota ao produto real.

3. Previdência

Usado apenas se PGBL ou VGBL estiver na progressiva. Valores em R$ de hoje. O simulador recalcula a melhor forma de declaração antes e depois do resgate.
Informe somente deduções legais. O desconto simplificado de 20% (limitado a R$17.640 em 2026) é calculado automaticamente como alternativa.

4. Custos

Proxy opcional para tributação durante a acumulação. Não é um modelo de come-cotas.

5. Patrimônio líquido se tudo fosse liquidado no fim

Limite PGBL (12%)
IR sem PGBL hoje
Benefício fiscal no ano 1
Alíquota efetiva regressiva PGBL
Auditoria: como a conta funciona

Escolha da declaração: em cada cálculo anual, o motor compara deduções legais com o desconto simplificado de 20%, limitado a R$17.640 em 2026, e usa o menor imposto. O PGBL só entra nas deduções legais. Assim, o benefício fiscal é melhor IR sem PGBL − melhor IR com PGBL, e não aporte × 27,5%.

Tabela de 2026: usa a tabela anual oficial da Receita e o redutor da Lei 15.270/2025: até R$2.694,15 para rendimentos tributáveis sujeitos ao ajuste anual de até R$60 mil; fórmula decrescente entre R$60.000,01 e R$88.200; zero acima disso. O redutor é sempre limitado ao imposto apurado.

Aportes mensais: o dinheiro novo é aportado no fim de cada mês. No cenário PGBL, vai para o PGBL até o limite anual de 12%; excedentes ficam em uma carteira comum lateral. O tempo de investimento e a idade tributária do lote começam nesse fim de mês.

Lag do benefício: a economia fiscal só é reinvestida quando chega. Mesmo com “0 meses”, ela entra no mês seguinte ao fechamento do ano, porque não é possível reinvestir um ajuste anual antes de o próprio ano terminar.

Benefício após o horizonte: se a economia fiscal só seria recebida depois do fim da simulação, ela não entra no patrimônio líquido principal nem na barra comparativa. É mostrada separadamente como recebível futuro.

Inflação: retorno real e inflação são convertidos em retorno nominal. IR de VGBL e carteira comum é apurado sobre ganho nominal; só depois o resultado é trazido para reais de hoje.

Regressiva: cada aporte mensal é um lote. Na liquidação, cada lote usa 35%, 30%, 25%, 20%, 15% ou 10% conforme a própria idade. A idade não é arredondada para a idade do plano inteiro.

Progressiva: PGBL adiciona o valor tributável integral do resgate aos demais rendimentos; VGBL adiciona somente o ganho tributável. O imposto incremental compara a melhor declaração antes e depois do resgate. A retenção de 15% na fonte, quando aplicável como antecipação, não é tratada como custo definitivo e não é modelada como fluxo de caixa temporário.

Carteira comum: usa uma alíquota final informada pelo usuário sobre o ganho nominal agregado. Não tenta reproduzir todas as regras de cada ativo, compensação de prejuízos, come-cotas ou isenções por volume de venda.

Limite do modelo: esta é uma comparação de acumulação + liquidação total. Ela não simula uma estratégia de saques FIRE anuais, na qual PEPS, realização parcial de ganhos e a tabela progressiva podem mudar o resultado.

Hipóteses e limites: regras tributárias de 2026 mantidas em termos reais ao longo da projeção; renda, orçamento e deduções constantes em poder de compra; sem carregamento; sem IRPFM; sem modelagem integral de tributação por ativo na carteira comum. O IRPFM pode ser relevante quando a soma anual de rendimentos definida em lei ultrapassa R$600 mil, ainda que o campo de “rendimentos tributáveis” desta tela seja menor. Não é cálculo oficial de IR nem recomendação individual.
Versão 4 auditada — setembro/2026. Motor tributário reescrito para escolher automaticamente entre deduções legais e desconto simplificado, usar a tabela anual oficial de 2026 e corrigir o timing dos lotes mensais.
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