Vale a Pena Adicionar VT (WRLD11) à Carteira FIRE? O Impacto na Taxa de Retirada Segura

No artigo anterior, analisamos quanto a Taxa Segura de Retirada muda quando o horizonte FIRE passa de 30 para 40, 50 ou 60 anos. A conclusão foi que o horizonte importa, mas talvez menos do que muita gente imaginava.

Ficou faltando, porém, uma pergunta bem importante: o que acontece quando mudamos a composição da carteira?

Para o investidor brasileiro, a escolha costuma ser apresentada como uma disputa entre renda fixa e Ibovespa (ou um punhado de ações que alguns investidores acham que pode superar o IBOV em 30 anos, o que raramente acontece). Só que isso deixa o patrimônio dependente de um mercado pequeno, concentrado e ligado ao mesmo país onde já estão nosso salário, imóvel, aposentadoria pública e custo de vida.

Então resolvi fazer um novo teste, inclusive a pedido de alguns leitores. Desta vez, comparei três famílias de carteiras:

  1. IBOV/CDI: ações brasileiras mais renda fixa;
  2. VT/CDI: ações globais em reais mais renda fixa;
  3. IBOV/VT/CDI: renda variável dividida igualmente entre Brasil e mundo, mais renda fixa.

Além da tradicional TSR, calculei também a PWR — Perpetual Withdrawal Rate, ou Taxa de Retirada Perpétua. Na TSR, basta não quebrar. Na PWR, a carteira precisa pagar todas as retiradas e ainda terminar com 100% do patrimônio inicial preservado em termos reais.

Os resultados mostram que internacionalizar ajudou bastante. Mas a maior surpresa não foi o VT isoladamente: em carteiras equilibradas, a combinação de IBOV e VT foi ainda melhor.

Como foi feita a simulação

O estudo utilizou a versão auditada do simulador do AA40, com:

  • dados mensais de janeiro de 1995 a junho de 2026;
  • retornos nominais em reais para IBOV, CDI e o proxy de VT1;
  • inflação medida pelo IPCA;
  • 100 mil caminhos de Monte Carlo por bootstrap estacionário;
  • blocos com duração média de 48 meses, aproximadamente um ciclo presidencial;
  • horizontes de 30, 40, 50 e 60 anos;
  • retiradas mensais corrigidas pelo IPCA;
  • retirada no início do mês;
  • rebalanceamento anual;
  • meta de 95% de sucesso;
  • os mesmos meses sorteados para todos os ativos e todas as carteiras.

Os 48 meses são o comprimento médio dos blocos. Eles não são pedaços rígidos de quatro anos. O bootstrap preserva conjuntamente os retornos de IBOV, VT, CDI e inflação observados em cada mês, além de parte da dependência existente dentro dos ciclos econômicos. A variação cambial já está incorporada ao retorno do VT em reais.

As nove alocações testadas vão de 10% CDI/90% renda variável até 90% CDI/10% renda variável. Na carteira mista, a parcela de renda variável é sempre dividida igualmente. Assim:

  • 10% CDI/90% RV significa 10% CDI, 45% IBOV e 45% VT;
  • 50% CDI/50% RV significa 50% CDI, 25% IBOV e 25% VT;
  • 90% CDI/10% RV significa 90% CDI, 5% IBOV e 5% VT.

O Ibovespa é tratado como índice de retorno total, conforme a metodologia da B3. O IPCA é o índice oficial de inflação utilizado no sistema de metas brasileiro, calculado pelo IBGE. O CDI é o benchmark bruto derivado das operações interbancárias de um dia; a B3 explica aqui seu processo de cálculo.

Para o exterior, usei um proxy mensal de VT convertido para reais. Antes do início do ETF, a série utiliza o MSCI ACWI; a partir de julho de 2008, utiliza o retorno total do próprio VT. A conversão incorpora a variação do dólar:

[1+r_{VT,BRL}=(1+r_{VT,USD})(1+r_{USD/BRL})]

O proxy não é perfeito. O MSCI ACWI contém ações large e mid cap e cobre aproximadamente 85% do mercado global investível, enquanto o VT segue um índice global all cap, incluindo também small caps. Ainda assim, é uma aproximação bem mais fiel de uma carteira mundial do que usar apenas o S&P 500.

Temos acesso ao VT no Brasil?

Para representar a bolsa mundial nas simulações, usamos um proxy do VT em reais. O VT (Vanguard Total World Stock ETF) investe em cerca de 10 mil empresas de países desenvolvidos e emergentes; desde julho de 2008, o proxy combina o retorno total do próprio VT em dólares com a variação do USD/BRL e, no período anterior, utiliza o MSCI ACWI como extensão histórica. No Brasil, essa exposição pode ser comprada em reais pelo WRLD11, ETF negociado na B3 que investe no VT — mas ser negociado em reais não elimina a exposição cambial. Como o WRLD11 surgiu apenas em 2021 e possui taxa adicional, tributação sobre dividendos e pequenos desvios de acompanhamento, a série deve ser entendida como um proxy histórico da exposição econômica ao VT em reais, e não como o retorno líquido exato do WRLD11.

Antes dos resultados, o enorme asterisco do CDI

No período analisado, os retornos reais e as volatilidades anualizadas foram:

SérieRetorno real anualizadoVolatilidade anualizada
CDI7,84%2,24%
IBOV5,40%27,34%
VT Proxy (em BRL)7,99%20,41%
50% IBOV / 50% VT8,20%18,25%

Sim, você leu corretamente e é o mesmo caso do post anterior: o CDI entregou praticamente o mesmo retorno real do VT, com uma fração da volatilidade. E entregou retorno real superior ao Ibovespa.

Sim — o candidato mais próximo é o WRLD11, negociado na B3 em reais e estruturado para dar exposição ao próprio VT sem hedge cambial. Vou comparar a estrutura, custos, tributação e, principalmente, o retorno efetivo desde o início do WRLD11 contra a mesma janela do nosso proxy em BRL; assim saberemos se o proxy representa um produto realmente comprável no Brasil.

Isso explica por que o simulador favorece carteiras com bastante CDI. O resultado é matematicamente coerente com o período de 1995 a 2026, mas não significa que o CDI repetirá 7,84% reais nas próximas seis décadas.

Também aparece aqui o primeiro sinal do benefício da diversificação. A correlação mensal entre os retornos reais de IBOV e VT foi de apenas 0,16. Com rebalanceamento anual, a combinação dos dois terminou a amostra com retorno superior ao de cada componente isolado e volatilidade inferior à do VT.

Isso não é mágica. É o efeito de combinar ativos que não costumam cair e subir na mesma intensidade e ao mesmo tempo — inclusive porque a alta do dólar frequentemente amortece crises brasileiras (quer saber mais? pesquise por Shannon's demon, este é o nome dado a este efeito do rebalanceamento).

Comparação principal: carteiras com 50% CDI

Para isolar o efeito da renda variável, a comparação mais limpa mantém a renda fixa em 50% e muda apenas o destino dos outros 50%:

  • 50% CDI + 50% IBOV;
  • 50% CDI + 50% VT;
  • 50% CDI + 25% IBOV + 25% VT.

Taxa Segura de Retirada — TSR a 95%

HorizonteIBOV/CDIVT/CDIIBOV/VT/CDI
30 anos4,48%5,50%5,91%
40 anos4,01%5,06%5,45%
50 anos3,80%4,87%5,24%
60 anos3,69%4,77%5,15%

A carteira mista venceu nos quatro horizontes. Efeito da diversificação, mas principalmente do rebalanceamento anual.

Podemos ver que claramente a % máxima de renda fixa (CDI) que maximizou a TSR foi em torno de 70%

Para um horizonte de 50 anos, trocar IBOV por VT aumentou a TSR de 3,80% para 4,87%. Dividir a renda variável entre IBOV e VT elevou a taxa para 5,24%.

Em um patrimônio de R$ 1 milhão, isso equivale aproximadamente a:

Carteira 50/50Retirada inicial anual — 50 anos
50% IBOV / 50% CDIR$ 37.964
50% VT / 50% CDIR$ 48.651
25% IBOV / 25% VT / 50% CDIR$ 52.444

Na simulação, portanto, a diversificação internacional acrescentou cerca de R$ 10,7 mil anuais em relação à carteira IBOV/CDI. A combinação de Brasil e mundo acrescentou aproximadamente R$ 14,5 mil por ano.

Não foi o retorno médio sozinho que produziu a diferença. O benefício veio também de melhores sequências de retorno: quando uma parte da carteira enfrentava um período ruim, a outra frequentemente oferecia alguma compensação.

E se eu quiser preservar o patrimônio? A PWR

A TSR responde se o dinheiro sobrevive. A PWR impõe uma condição mais difícil: após todas as retiradas, o patrimônio precisa terminar com pelo menos o mesmo poder de compra do valor inicial.

Taxa de Retirada Perpétua — PWR a 95%

HorizonteIBOV/CDIVT/CDIIBOV/VT/CDI
30 anos2,85%4,23%4,69%
40 anos3,21%4,48%4,89%
50 anos3,38%4,60%4,98%
60 anos3,48%4,65%5,03%

Novamente, a carteira IBOV/VT/CDI venceu em todos os horizontes quando mantivemos 50% em CDI.

Em 50 anos e para cada R$ 1 milhão inicial, as retiradas compatíveis com 95% de probabilidade de preservar integralmente o principal real foram:

Carteira 50/50Retirada PWR anual — 50 anos
50% IBOV / 50% CDIR$ 33.819
50% VT / 50% CDIR$ 45.972
25% IBOV / 25% VT / 50% CDIR$ 49.832

O comportamento da PWR parece contraintuitivo: a taxa sobe um pouco quando o horizonte aumenta. Isso acontece porque o objetivo não é simplesmente financiar mais anos, mas terminar com o principal real preservado. Nesta amostra de retornos reais elevados, horizontes mais longos dão mais tempo para o patrimônio se recuperar de sequências ruins e convergir para seu retorno de longo prazo.

Não transforme isso em regra universal. Se os retornos reais futuros forem menores, ou se houver uma mudança estrutural no CDI, essa característica pode enfraquecer ou até desaparecer.

Quanto custa deixar o principal intacto? - PWR

A diferença entre TSR e PWR representa aproximadamente o “custo” de não consumir o principal. Nas carteiras com 50% CDI, encontramos:

HorizonteIBOV/CDIVT/CDIIBOV/VT/CDI
30 anos1,62 p.p.1,27 p.p.1,22 p.p.
40 anos0,80 p.p.0,58 p.p.0,56 p.p.
50 anos0,41 p.p.0,27 p.p.0,26 p.p.
60 anos0,21 p.p.0,12 p.p.0,12 p.p.

Em 30 anos, preservar o principal exige uma redução relevante na retirada. Em 60 anos, a diferença praticamente desaparece nas carteiras com VT.

De novo: isso é resultado do modelo histórico, não uma promessa. Mas ele ilustra algo importante. Em horizontes realmente longos, uma carteira diversificada e com retorno real positivo pode financiar retiradas e preservar o patrimônio sem que esses dois objetivos sejam necessariamente incompatíveis.

A regra dos 4% em cada carteira

Também testei a probabilidade de sucesso com uma retirada inicial fixa de 4%, corrigida pelo IPCA. A tabela apresenta primeiro a probabilidade de não quebrar e, depois da barra, a probabilidade de terminar preservando 100% do principal real.

Carteiras com 50% CDI — sobrevivência / preservação real

HorizonteIBOV/CDIVT/CDIIBOV/VT/CDI
30 anos97,8% / 86,7%99,9% / 96,3%100,0% / 98,5%
40 anos95,1% / 88,9%99,5% / 97,5%99,9% / 99,2%
50 anos93,3% / 90,0%99,1% / 98,1%99,8% / 99,5%
60 anos92,4% / 90,6%98,9% / 98,4%99,8% / 99,6%

A diferença é grande. Em 50 anos, 4% não alcançou a meta de 95% nem para sobrevivência na carteira IBOV/CDI. Com VT, a probabilidade de sobrevivência subiu para 99,1% e a de preservação real para 98,1%. Na carteira mista, chegaram a 99,8% e 99,5%, respectivamente.

Isso não transforma 4% em uma lei da natureza. Apenas mostra que, dentro desta amostra e destas premissas, a composição da carteira fez mais diferença do que reduzir a retirada em alguns décimos de ponto percentual.

O que acontece na grade completa?

Para não escolher apenas uma alocação conveniente, abaixo estão todas as taxas para o horizonte de 50 anos.

CDITSR IBOV/CDITSR VT/CDITSR IBOV/VT/CDIPWR IBOV/CDIPWR VT/CDIPWR IBOV/VT/CDI
10%2,14%3,08%4,32%1,27%2,65%4,00%
20%2,57%3,53%4,61%1,87%3,16%4,32%
30%2,99%3,98%4,87%2,43%3,66%4,59%
40%3,40%4,44%5,08%2,93%4,15%4,82%
50%3,80%4,87%5,24%3,38%4,60%4,98%
60%4,16%5,25%5,34%3,79%4,99%5,09%
70%4,47%5,53%5,37%4,14%5,27%5,10%
80%4,73%5,62%5,31%4,42%5,35%5,04%
90%4,90%5,40%5,19%4,60%5,12%4,89%

O padrão é muito consistente:

  • com 10% a 60% de CDI, a carteira que combina IBOV e VT teve a maior TSR e a maior PWR;
  • a partir de 70% CDI, VT/CDI passou à frente;
  • IBOV/CDI ficou atrás das alternativas internacionalizadas em todas as combinações.

No horizonte de 50 anos, as maiores taxas de cada família ocorreram em:

FamíliaMelhor alocação na amostraTSRPWR
IBOV/CDI90% CDI / 10% IBOV4,90%4,60%
VT/CDI80% CDI / 20% VT5,62%5,35%
IBOV/VT/CDI70% CDI / 15% IBOV / 15% VT5,37%5,10%

Se a única pergunta fosse “qual combinação maximizou a taxa dentro desta amostra?”, a resposta seria 80% CDI e 20% VT.

Mas essa seria a interpretação errada.

O que venceu foi a combinação de um CDI historicamente excepcional com uma pequena parcela de ações globais. O simulador está dizendo o que teria funcionado melhor se o regime brasileiro de 1995 a 2026 pudesse ser repetido indefinidamente. Ele não está prevendo o CDI real das próximas décadas.

Então por que manter IBOV junto com VT?

Se o VT teve retorno real superior ao IBOV, por que a carteira mista venceu nas alocações com mais renda variável?

Porque uma carteira não é apenas a média dos retornos de seus ativos. A ordem dos retornos, a volatilidade e a correlação determinam quanto patrimônio estará disponível justamente quando as retiradas ocorrerem.

Com apenas 10% CDI e horizonte de 50 anos, por exemplo:

  • IBOV/CDI sustentou TSR de 2,14%;
  • VT/CDI sustentou 3,08%;
  • IBOV/VT/CDI sustentou 4,32%.

A carteira mista superou o VT em 1,24 ponto percentual, mesmo contendo metade da sua renda variável no ativo de menor retorno da amostra. O rebalanceamento entre dois mercados pouco correlacionados reduziu o dano das sequências extremas.

Quando o CDI já representa 70% ou mais da carteira, esse benefício marginal diminui. A renda fixa já funciona como principal estabilizador, e a pequena posição em IBOV passa a contribuir menos com diversificação do que custa em retorno histórico. Por isso o VT isolado vence nas carteiras mais conservadoras.

E sem renda fixa, como teria ficado?

4%

E VT proxy em Reais, 100%. Como teria ficado?

Embora o VT tenha rendido 7,99% ao ano acima da inflação no período analisado, isso não significa que seja possível retirar esse percentual todos os anos. Durante a aposentadoria, quedas fortes no início podem obrigar a vender ativos depreciados e esgotar a carteira antes que ela se recupere. Por isso, ao reorganizar o histórico em 10 mil sequências de 50 anos, a retirada máxima caiu para 2,65% ao ano para que o dinheiro durasse em 95% das simulações. Os 5% restantes terminaram sem dinheiro, razão pela qual o percentil 5 aparece como zero, enquanto os caminhos mais favoráveis acumularam patrimônios muito elevados. para uma segurança de 95%, infelizmente a TSR precisa ser tão baixa, por causa dos 5% piores resultados (tail risk).

O que este estudo não prova

Antes de transformar a tabela em uma carteira recomendada, precisamos lembrar as limitações:

  1. A história é curta. Temos 31,5 anos de dados comuns para projetar horizontes de até 60 anos. Os caminhos longos necessariamente reutilizam regimes históricos por bootstrap na simulação de Monte Carlo.
  2. O CDI histórico foi extraordinário. Repetir 7,84% reais por décadas é uma premissa forte, mesmo que não tenha sido colocada manualmente no simulador.
  3. O VT anterior a 2008 é um proxy. MSCI ACWI e FTSE Global All Cap é próximo mas não possuem exatamente a mesma cobertura.
  4. CDI, IBOV e VT são benchmarks brutos. Impostos, taxas, tracking difference, spreads e custos de rebalanceamento não foram descontados, o que acontece com o WRLD11.
  5. O câmbio ajuda e atrapalha. VT em reais inclui tanto o retorno das ações globais quanto a variação do dólar. Essa proteção não será positiva em todos os períodos.
  6. Bootstrap não é previsão. Ele reorganiza o passado de maneira probabilística; não cria regimes econômicos inéditos.
  7. 95% não significa garantia. Significa que 95% dos caminhos gerados satisfizeram a condição especificada.

OBS: Esta versão auditada do motor de simulação também usa retirada no início do mês e bootstrap estacionário circular. Por isso, os números não devem ser comparados diretamente, casa decimal por casa decimal, com estudos anteriores feitos com versões diferentes do simulador.

Conclusão

O resultado mais simples é também o mais útil: depender apenas do Ibovespa como parcela de renda variável foi a pior alternativa em todas as combinações testadas.

Substituir IBOV por VT melhorou significativamente a TSR, a PWR e a probabilidade de sucesso da regra dos 4%. Dividir a renda variável entre IBOV e VT melhorou ainda mais os resultados nas carteiras com até 60% de CDI.

Na comparação central de 50 anos e 50% de renda fixa:

  • IBOV/CDI entregou TSR de 3,80% e PWR de 3,38%;
  • VT/CDI entregou TSR de 4,87% e PWR de 4,60%;
  • IBOV/VT/CDI entregou TSR de 5,24% e PWR de 4,98%.

Isso não significa que 5,24% seja uma taxa prudente para usar hoje. Também não significa que 80% CDI seja a carteira ideal do investidor brasileiro.

Significa algo mais robusto: a diversificação internacional reduziu o risco de sequência, e combinar mercados pouco correlacionados produziu uma carteira mais resistente às retiradas.

O número exato da TSR sempre dependerá da amostra e das premissas. A vantagem de não concentrar todo o patrimônio no mesmo país em que você vive, trabalha e gasta, porém, não depende de uma única casa decimal.

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