A TSR NO BRASIL DESDE 1968: O QUE QUASE 60 ANOS DE HISTÓRIA MOSTRAM

Será que a famosa regra dos 4% teria sobrevivido à história brasileira? Reunimos dados desde 1968, passando por hiperinflação, Plano Collor, Plano Real, crises, pandemias e décadas de mudanças econômicas. Testamos Ibovespa, Poupança, diferentes alocações, horizontes de 30, 40 e 50 anos, além de Monte Carlo. O resultado ficou bem diferente do que muita gente imagina. Confira neste estudo inédito:

A TSR no Brasil 2023: Como andam nossos números após 28 anos de dados históricos?

Dando continuidade ao nosso trabalho de acompanhamento anual da Taxa Segura de Retirada (TSR) e da Taxa Perpétua de Retirada (PWR) para o Brasil, atualizamos nossa base da dados do estudo com os dados do último ano (2022). Antes de prosseguir, recomendamos veementemente a você ler os posts anteriores da série para se situar sobre todos os detalhes do estudo, comentários, explicações.

A TSR corrente: Aquela ideal para o momento atual

A TSR corrente: Aquela ideal para o momento atual
Quando mais lemos mais ficamos confusos e percebemos que cada pessoa prefere usar uma TSR diferente. Alguns usam 2 a 3% para serem mais conservadores, outros utilizam 4% pois é uma espécie de “padrão” histórico. Outros ainda utilizam 5% ou 6% pois são mais arrojados e/ou conseguem retornos melhores ou o famoso “não quero deixar herança”.